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Instituto Verdejar
Mudas nativas em saquinhos de cultivo, lado a lado nas bancadas do viveiro
Nossas Espécies Nativas

Biodiversidade da Fazenda Santa Helena

Cada muda plantada é um passo em direção à Mata Atlântica que um dia cobriu esta terra.

Conheça as 85 espécies cultivadas pelo Instituto Verdejar: árvores nativas, frutíferas e plantas de uso funcional.

Nossa Flora

  • Açoita-cavalo (Luehea divaricata) Nativa

    Açoita-cavalo

    Luehea divaricata

    Árvore nativa da Mata Atlântica, de grande porte e madeira resistente. Suas flores brancas atraem polinizadores e sua casca possui propriedades medicinais tradicionais.

  • Aldrago (Pterocarpus violaceus) Nativa

    Aldrago

    Pterocarpus violaceus

    Leguminosa arbórea com madeira arroxeada e floração amarela perfumada. Espécie importante para a restauração florestal e a fixação biológica de nitrogênio.

  • Alelueiro (Holocalyx balansae) Nativa

    Alelueiro

    Holocalyx balansae

    Árvore robusta de crescimento lento, valorizada pela madeira de lei extremamente dura. Importante para a fauna, seus frutos alimentam diversas espécies de animais silvestres.

  • Algodoeiro (Heliocarpus americanus) Nativa

    Algodoeiro

    Heliocarpus americanus

    Espécie pioneira de rápido crescimento, ideal para recuperação de áreas degradadas. Produz fibras semelhantes ao algodão em seus frutos, atraindo aves e insetos.

  • Amendoim-do-campo (Platypodium elegans) Nativa

    Amendoim-do-campo

    Platypodium elegans

    Leguminosa arbórea que fixa nitrogênio no solo, enriquecendo a terra naturalmente. Apresenta floração amarela exuberante e madeira de boa qualidade.

  • Angico-branco (Anadenanthera colubrina) Nativa

    Angico-branco

    Anadenanthera colubrina

    Árvore leguminosa de crescimento rápido, fundamental na restauração florestal. Fixa nitrogênio no solo e produz abundante floração branca visitada por abelhas.

  • Angico-do-morro (Anadenanthera peregrina) Nativa

    Angico-do-morro

    Anadenanthera peregrina

    Espécie de grande porte, comum em áreas de encosta da Mata Atlântica. Sua casca avermelhada é rica em taninos e suas flores são importante fonte de néctar.

  • Angico-vermelho (Parapiptadenia rigida) Nativa

    Angico-vermelho

    Parapiptadenia rigida

    Madeira avermelhada de alta durabilidade, utilizada historicamente em construções rurais. Espécie essencial para a restauração de matas ciliares e encostas.

  • Araçá-amarelo (Psidium cattleyanum) Frutífera

    Araçá-amarelo

    Psidium cattleyanum

    Frutífera nativa com frutos amarelos doces e aromáticos, ricos em vitamina C. Atrai aves e é amplamente utilizada em projetos de restauração e alimentação.

  • Araçá-piranga (Eugenia leitonii) Frutífera

    Araçá-piranga

    Eugenia leitonii

    Espécie rara da Mata Atlântica, com frutos avermelhados de sabor adocicado. Considerada ameaçada de extinção, sua preservação é prioritária para a biodiversidade.

  • Araçá-roxo (Psidium myrtoides) Frutífera

    Araçá-roxo

    Psidium myrtoides

    Variedade de araçá com frutos de coloração roxa intensa e polpa suculenta. Rica em antioxidantes, é apreciada na culinária e importante para a fauna silvestre.

  • Araçá-vermelho (Psidium cattleyanum var. roseum) Frutífera

    Araçá-vermelho

    Psidium cattleyanum var. roseum

    Frutífera nativa com frutos vermelhos de sabor levemente ácido, ideais para sucos e geleias. Espécie rústica, resistente e importante para a restauração ecológica.

  • Araçazão (Psidium grandifolium) Frutífera

    Araçazão

    Psidium grandifolium

    O maior dos araçás nativos, com frutos grandes e polpa abundante. Excelente para consumo in natura, é uma espécie que valoriza a biodiversidade alimentar brasileira.

  • Araribá (Centrolobium tomentosum) Nativa

    Araribá

    Centrolobium tomentosum

    Árvore de madeira nobre com tonalidades avermelhadas. Espécie importante da Mata Atlântica, contribui para a estrutura da floresta e oferece abrigo à fauna.

  • Aroeira-pimenteira (Schinus terebinthifolius) Funcional

    Aroeira-pimenteira

    Schinus terebinthifolius

    Produz a famosa pimenta-rosa brasileira, utilizada na alta gastronomia mundial. Espécie pioneira essencial para restauração, atrai aves e polinizadores diversos.

  • Aroeira-verdadeira (Myracrodruon urundeuva) Nativa

    Aroeira-verdadeira

    Myracrodruon urundeuva

    Madeira de lei extremamente resistente e durável, usada historicamente em moirões e construções. Espécie ameaçada de extinção, sua conservação é fundamental.

  • Babosa (Aloe vera) Funcional

    Babosa

    Aloe vera

    Planta suculenta com propriedades medicinais e cosméticas reconhecidas mundialmente. Seu gel hidratante é utilizado para tratamentos de pele, cabelo e cicatrização.

  • Bacupari (Rheedia gardneriana) Frutífera

    Bacupari

    Rheedia gardneriana

    Frutífera nativa com polpa branca e sabor agridoce. Seus frutos são muito apreciados pela fauna silvestre e pela culinária tradicional da Mata Atlântica.

  • Bico-de-pato (Machaerium nyctitans) Nativa

    Bico-de-pato

    Machaerium nyctitans

    Leguminosa arbórea que fixa nitrogênio e enriquece o solo naturalmente. Madeira resistente e floração discreta, importante para a estrutura da floresta em regeneração.

  • Cabeludinha (Myrciaria glazioviana) Frutífera

    Cabeludinha

    Myrciaria glazioviana

    Frutífera rara com frutos cobertos por uma fina penugem dourada. Polpa suculenta e doce, é uma das joias da biodiversidade da Mata Atlântica brasileira.

  • Cabreúva-parda (Myrocarpus frondosus) Nativa

    Cabreúva-parda

    Myrocarpus frondosus

    Árvore majestosa que produz óleo aromático valorizado. Sua madeira nobre e perfumada é altamente procurada, tornando sua conservação essencial.

  • Cambucá (Plinia edulis) Frutífera

    Cambucá

    Plinia edulis

    Frutífera rara da Mata Atlântica com frutos de polpa alaranjada e sabor tropical. Árvore de sombra elegante, valorizada tanto por seus frutos quanto pela beleza ornamental.

  • Cambuci (Campomanesia phaea) Frutífera

    Cambuci

    Campomanesia phaea

    Fruto em formato de disco com sabor intensamente ácido e aromático. Símbolo da culinária paulista, é usado em sucos, sorvetes, cachaças e pratos gastronômicos.

  • Canafístula (Peltophorum dubium) Nativa

    Canafístula

    Peltophorum dubium

    Árvore de grande porte com floração amarela espetacular. Amplamente utilizada em arborização urbana e restauração florestal por seu crescimento vigoroso.

  • Canelinha (Nectandra megapotamica) Nativa

    Canelinha

    Nectandra megapotamica

    Espécie da família das lauráceas com folhas aromáticas. Seus frutos são alimento importante para aves como tucanos e sabiás, contribuindo para a dispersão de sementes.

  • Canudo-de-pito (Mabea fistulifera) Nativa

    Canudo-de-pito

    Mabea fistulifera

    Pioneira de rápido crescimento que coloniza áreas abertas. Importante na sucessão ecológica, seus frutos explosivos dispersam sementes e atraem fauna diversa.

  • Capixingui (Croton floribundus) Nativa

    Capixingui

    Croton floribundus

    Espécie pioneira de crescimento muito rápido, fundamental nos estágios iniciais da restauração florestal. Atrai grande quantidade de abelhas durante a floração.

  • Capororoca-branca (Myrsine umbellata) Nativa

    Capororoca-branca

    Myrsine umbellata

    Árvore de porte médio com frutos que alimentam dezenas de espécies de aves. Essencial nos processos de regeneração natural da Mata Atlântica.

  • Capororoca-preta (Myrsine coriacea) Nativa

    Capororoca-preta

    Myrsine coriacea

    Espécie secundária que se desenvolve bem em solos pobres e áreas degradadas. Seus pequenos frutos negros são fonte de alimento para a avifauna local.

  • Caroba-branca (Jacaranda cuspidifolia) Nativa

    Caroba-branca

    Jacaranda cuspidifolia

    Parente do jacarandá, com floração lilás exuberante na primavera. Árvore ornamental e ecologicamente importante, atrai beija-flores e abelhas polinizadoras.

  • Cedro-rosa (Cedrela fissilis) Nativa

    Cedro-rosa

    Cedrela fissilis

    Uma das madeiras mais nobres do Brasil, com aroma característico que repele insetos. Espécie ameaçada pela exploração excessiva, sua conservação é prioritária.

  • Cereja-do-Rio-Grande (Eugenia involucrata) Frutífera

    Cereja-do-Rio-Grande

    Eugenia involucrata

    Frutífera nativa com cerejas roxo-escuras de polpa suculenta e sabor doce. Muito apreciada para consumo in natura, geleias e licores artesanais.

  • Copaíba (Copaifera langsdorffii) Funcional

    Copaíba

    Copaifera langsdorffii

    Árvore medicinal que produz óleo-resina com propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes. Amplamente utilizada na medicina tradicional e na indústria cosmética.

  • Coração-de-negro (Poecilanthe parviflora) Nativa

    Coração-de-negro

    Poecilanthe parviflora

    Madeira escura de grande resistência, nativa da Mata Atlântica. Espécie longeva que contribui para a estrutura e estabilidade dos ecossistemas florestais maduros.

  • Corticeira-da-serra (Erythrina falcata) Nativa

    Corticeira-da-serra

    Erythrina falcata

    Floração vermelha vibrante que atrai beija-flores e é símbolo da primavera na serra. Espécie fixadora de nitrogênio, importante para a recuperação de solos.

  • Dedaleiro (Lafoensia pacari) Nativa

    Dedaleiro

    Lafoensia pacari

    Árvore ornamental com flores brancas perfumadas que desabrocham à noite. Sua casca possui propriedades medicinais e é utilizada na medicina popular brasileira.

  • Embaúba-branca (Cecropia pachystachya) Nativa

    Embaúba-branca

    Cecropia pachystachya

    Pioneira de crescimento acelerado que coloniza clareiras e beiras de rio. Seus frutos alimentam preguiças, morcegos e diversas aves, sendo vital para a fauna.

  • Embira-de-sapo (Lonchocarpus cultratus) Nativa

    Embira-de-sapo

    Lonchocarpus cultratus

    Leguminosa arbórea com casca fibrosa utilizada tradicionalmente para amarrações. Contribui para a fixação de nitrogênio e enriquecimento do solo florestal.

  • Falso-barbatimão (Cassia leptophylla) Nativa

    Falso-barbatimão

    Cassia leptophylla

    Árvore de floração amarela abundante, utilizada em arborização e restauração. Suas flores atraem grande diversidade de polinizadores nativos.

  • Gravitinga (Solanum granuloso-leprosum) Nativa

    Gravitinga

    Solanum granuloso-leprosum

    Pioneira importante nos estágios iniciais de regeneração florestal. Cresce rapidamente em áreas abertas e seus frutos alimentam diversas espécies de aves.

  • Grumixama (Eugenia brasiliensis) Frutífera

    Grumixama

    Eugenia brasiliensis

    Cereja brasileira de coloração negra e sabor doce intenso. Fruto nobre da Mata Atlântica, cada vez mais valorizado na gastronomia contemporânea.

  • Guaçatonga (Casearia sylvestris) Funcional

    Guaçatonga

    Casearia sylvestris

    Planta medicinal com propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes estudadas pela ciência. Amplamente utilizada na medicina tradicional brasileira há séculos.

  • Guamirim (Myrcia splendens) Nativa

    Guamirim

    Myrcia splendens

    Espécie da família das mirtáceas, comum no sub-bosque da Mata Atlântica. Seus pequenos frutos são importantes para a alimentação de aves e pequenos mamíferos.

  • Guanandi (Calophyllum brasiliense) Nativa

    Guanandi

    Calophyllum brasiliense

    Árvore de áreas úmidas com madeira resistente à água. Ideal para restauração de matas ciliares e áreas alagáveis, contribui para a proteção de nascentes.

  • Guatambu (Aspidosperma ramiflorum) Nativa

    Guatambu

    Aspidosperma ramiflorum

    Madeira clara de alta qualidade, utilizada em instrumentos musicais e marcenaria fina. Árvore elegante que atinge grande porte nas florestas maduras.

  • Imbiruçu (Pseudobombax grandiflorum) Nativa

    Imbiruçu

    Pseudobombax grandiflorum

    Árvore de tronco barrigudo e flores brancas noturnas que atraem morcegos polinizadores. A paina de seus frutos era usada para enchimento de travesseiros.

  • Ingá-branco (Inga laurina) Frutífera

    Ingá-branco

    Inga laurina

    Leguminosa com vagens contendo polpa branca e adocicada que envolve as sementes. Fixa nitrogênio no solo e é amplamente plantada em sistemas agroflorestais.

  • Ingá-ferradura (Inga sessilis) Frutífera

    Ingá-ferradura

    Inga sessilis

    Variedade de ingá com vagens curvas em formato de ferradura. Excelente para sombreamento e restauração de matas ciliares, com frutos apreciados por primatas e aves.

  • Ingá-mirim (Inga marginata) Frutífera

    Ingá-mirim

    Inga marginata

    O menor dos ingás, de crescimento rápido e copa densa. Ideal para sombreamento em sistemas agroflorestais e restauração de áreas próximas a cursos d'água.

  • Ingá-quatro-quinas (Inga vera) Frutífera

    Ingá-quatro-quinas

    Inga vera

    Caracterizado pelas vagens com quatro arestas marcantes. Espécie ribeirinha por excelência, protege margens de rios e oferece alimento à fauna aquática e terrestre.

  • Ipê-amarelo (Handroanthus albus) Nativa

    Ipê-amarelo

    Handroanthus albus

    Símbolo nacional do Brasil, sua floração amarela espetacular anuncia a primavera. Madeira de lei resistente e flores que cobrem o chão como um tapete dourado.

  • Ipê-amarelo-do-brejo (Handroanthus umbellatus) Nativa

    Ipê-amarelo-do-brejo

    Handroanthus umbellatus

    Variedade de ipê adaptada a terrenos úmidos e alagáveis. Fundamental na restauração de áreas de várzea, com floração amarela que embeleza paisagens ribeirinhas.

  • Ipê-branco (Tabebuia roseoalba) Nativa

    Ipê-branco

    Tabebuia roseoalba

    O mais delicado dos ipês, com flores brancas ou levemente rosadas. Árvore ornamental de porte médio, ideal para arborização e corredores ecológicos urbanos.

  • Ipê-felpudo (Zeyheria tuberculosa) Nativa

    Ipê-felpudo

    Zeyheria tuberculosa

    Espécie de grande porte com folhas aveludadas e flores amarelas tubulares. Madeira pesada e durável, importante para a composição das florestas semideciduais.

  • Ipê-rosa (Handroanthus heptaphyllus) Nativa

    Ipê-rosa

    Handroanthus heptaphyllus

    Floração rosa exuberante que transforma paisagens inteiras. Uma das espécies mais icônicas do Brasil, com madeira nobre e papel ecológico fundamental.

  • Ipê-roxo (Handroanthus impetiginosus) Nativa

    Ipê-roxo

    Handroanthus impetiginosus

    Ipê de floração violeta intensa, presente em diversas formações florestais. Sua casca é estudada por propriedades medicinais e a madeira é extremamente durável.

  • Ipê-roxo-sete-folhas (Handroanthus heptaphyllus) Nativa

    Ipê-roxo-sete-folhas

    Handroanthus heptaphyllus

    Variedade caracterizada pelas folhas compostas com sete folíolos. Floração roxa abundante no inverno, quando a árvore está completamente despida de folhas.

  • Jacarandá-da-Bahia (Dalbergia nigra) Nativa

    Jacarandá-da-Bahia

    Dalbergia nigra

    Uma das madeiras mais nobres e valiosas do mundo, em risco crítico de extinção. Sua conservação é um compromisso ético com as gerações futuras e a biodiversidade.

  • Jerivá (Syagrus romanzoffiana) Nativa

    Jerivá

    Syagrus romanzoffiana

    Palmeira nativa elegante e resistente, presente em diversas formações da Mata Atlântica. Seus frutos alaranjados alimentam tucanos, papagaios e outros animais.

  • Jurema (Chloroleucon tortum) Nativa

    Jurema

    Chloroleucon tortum

    Árvore de tronco tortuoso e copa ampla, com significado cultural profundo nas tradições indígenas. Espécie rústica adaptada a solos secos e pedregosos.

  • Limão-bravo (Seguieria langsdorffii) Nativa

    Limão-bravo

    Seguieria langsdorffii

    Espécie com espinhos que protege a regeneração florestal. Seus frutos alados são dispersos pelo vento e suas folhas possuem aroma cítrico característico.

  • Louro-pardo (Cordia trichotoma) Nativa

    Louro-pardo

    Cordia trichotoma

    Madeira nobre de coloração parda utilizada em móveis de alta qualidade. Flores brancas perfumadas que atraem abelhas e borboletas em grande quantidade.

  • Manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) Nativa

    Manacá-da-serra

    Tibouchina mutabilis

    Árvore encantadora cujas flores mudam de cor: nascem brancas, tornam-se rosas e terminam roxas. Uma das mais belas espécies ornamentais da flora brasileira.

  • Maria-mole (Dendropanax cuneatum) Nativa

    Maria-mole

    Dendropanax cuneatum

    Árvore de copa arredondada e madeira leve, comum em florestas úmidas. Suas flores discretas produzem néctar abundante visitado por insetos polinizadores.

  • Maria-preta (Senna alata) Funcional

    Maria-preta

    Senna alata

    Arbusto com floração amarela vistosa em forma de candelabro. Possui propriedades medicinais reconhecidas e é utilizada tradicionalmente em tratamentos de pele.

  • Mirindiba (Lafoensia glyptocarpa) Nativa

    Mirindiba

    Lafoensia glyptocarpa

    Árvore de grande porte com flores brancas vistosas que atraem morcegos polinizadores. Madeira pesada e durável, utilizada em construção civil e marcenaria.

  • Monjoleiro-vermelho (Acacia polyphylla) Nativa

    Monjoleiro-vermelho

    Acacia polyphylla

    Leguminosa de crescimento rápido com flores brancas em espigas. Fixa nitrogênio no solo e suas vagens torcidas ao secar fazem um som característico ao vento.

  • Mulungu (Erythrina speciosa) Funcional

    Mulungu

    Erythrina speciosa

    Árvore medicinal com flores vermelhas que atraem beija-flores. Suas propriedades calmantes e sedativas são reconhecidas pela medicina tradicional e pela fitoterapia.

  • Paineira-rosa (Ceiba speciosa) Nativa

    Paineira-rosa

    Ceiba speciosa

    Árvore majestosa de tronco barrigudo coberto de acúleos e flores rosas espetaculares. A paina branca de seus frutos é dispersa pelo vento como flocos de neve.

  • Palmito-juçara (Euterpe edulis) Funcional

    Palmito-juçara

    Euterpe edulis

    Palmeira ameaçada de extinção, fonte do nobre palmito-juçara e da polpa de juçara (similar ao açaí). Espécie-chave da Mata Atlântica que alimenta mais de 70 espécies de aves.

  • Pau-ferro (Caesalpinia ferrea) Nativa

    Pau-ferro

    Caesalpinia ferrea

    Tronco liso e marmoreado que é uma obra de arte natural. Madeira extremamente dura e pesada, uma das mais resistentes do Brasil, utilizada em obras de grande durabilidade.

  • Pau-viola (Citharexylum myrianthum) Nativa

    Pau-viola

    Citharexylum myrianthum

    Árvore que recebeu esse nome pela ressonância de sua madeira leve. Pioneira importante na restauração, seus frutos são muito procurados pela avifauna silvestre.

  • Pitanga (Eugenia uniflora) Frutífera

    Pitanga

    Eugenia uniflora

    Uma das frutas nativas mais conhecidas do Brasil, com sabor agridoce inconfundível. Rica em vitaminas e antioxidantes, é utilizada em sucos, geleias e licores.

  • Pitanga-preta (Eugenia florida) Frutífera

    Pitanga-preta

    Eugenia florida

    Variedade rara com frutos de coloração escura e sabor mais doce que a pitanga comum. Espécie valiosa para a diversidade genética dos pomares nativos.

  • Quaresmeira-roxa (Tibouchina granulosa) Nativa

    Quaresmeira-roxa

    Tibouchina granulosa

    Floresce justamente no período da Quaresma, tingindo paisagens com sua cor roxa vibrante. Uma das árvores ornamentais mais populares em cidades brasileiras.

  • Sabão-de-soldado (Sapindus saponaria) Funcional

    Sabão-de-soldado

    Sapindus saponaria

    Seus frutos contêm saponina natural e produzem espuma quando em contato com água. Utilizado historicamente como sabão natural, é um exemplo vivo da sabedoria popular.

  • Sangra-d'água (Croton urucurana) Funcional

    Sangra-d'água

    Croton urucurana

    Ao cortar sua casca, libera uma seiva avermelhada semelhante a sangue. Espécie pioneira de áreas úmidas com propriedades medicinais cicatrizantes e anti-inflamatórias.

  • Sibipiruna (Caesalpinia pluviosa) Nativa

    Sibipiruna

    Caesalpinia pluviosa

    Árvore de copa ampla e floração amarela abundante, muito utilizada na arborização urbana. Oferece excelente sombra e seus frutos em vagem são dispersos pelo vento.

  • Suinã (Erythrina verna) Nativa

    Suinã

    Erythrina verna

    Árvore de flores vermelhas intensas que florescem no inverno, quando está sem folhas. Atrai beija-flores e é fixadora de nitrogênio, enriquecendo naturalmente o solo.

  • Tachi (Tachigali vulgaris) Nativa

    Tachi

    Tachigali vulgaris

    Leguminosa de rápido crescimento conhecida como "árvore-da-vida" por florescer intensamente antes de morrer, oferecendo nutrientes e luz para a próxima geração.

  • Tapiá (Alchornea glandulosa) Nativa

    Tapiá

    Alchornea glandulosa

    Pioneira de rápido crescimento, fundamental nos estágios iniciais de regeneração da Mata Atlântica. Seus frutos são amplamente consumidos por aves frugívoras.

  • Tarumã (Vitex polygama) Frutífera

    Tarumã

    Vitex polygama

    Frutífera nativa com frutos roxos de sabor doce e adstringente. Importante para a fauna e utilizada na medicina popular por suas propriedades digestivas e tônicas.

  • Unha-de-vaca (Bauhinia forficata) Funcional

    Unha-de-vaca

    Bauhinia forficata

    Folhas bilobadas que lembram a pegada de uma vaca, daí seu nome popular. Conhecida por propriedades medicinais no controle da glicemia, com belas flores brancas.

  • Urucum (Bixa orellana) Funcional

    Urucum

    Bixa orellana

    Corante natural vermelho utilizado por povos indígenas em rituais e pintura corporal. Hoje é o principal corante alimentício natural do Brasil, presente em queijos, manteigas e cosméticos.

  • Uvaia (Eugenia pyriformis) Frutífera

    Uvaia

    Eugenia pyriformis

    Fruto amarelo-ouro de sabor ácido e aroma intenso, considerado uma das joias da biodiversidade brasileira. Rico em vitamina C, é ideal para sucos refrescantes e geleias.

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